Johnathan Ferreira
Hoje é dia para se refletir.
Dia de repudiar não apenas a violência, mas a violência contra a mulher. Um
crime covarde. Devemos refletir como alguém (homem) é capaz de agredir o coração
do mundo: a mulher.
A mulher, que é mãe,
companheira, frágil (no bom sentido da palavra), doce, amante e amável. Como,
mesmo com inúmeras qualidade, é possível alguém se portar como um animal (não
digo irracional). Como podemos aceitar calados que açoitem uma mulher, não tão-somente
fisicamente.
Existem inúmeras formas
de se agredir uma mulher, e a pior delas é contra a sua moral e a sua dignidade.
Violência esta que pode ser física (como já mencionado), moral, psicológica,
moral e até mesmo patrimonial (como descreve o artigo 5º da Lei Contra a Violência
Doméstica e Familiar).
As denúncias de violência
doméstica e familiar contra a mulher cresceram 112% em 2010, liderados pelos
Estados do Distrito Federal, Tocantins e Pará.
As maiores incidências
de crimes contra a mulher é quanto agressões físicas que tiveram mais de 36 mil
denúncias. As agressões sexuais chegaram ao número de 1.280 denúncias.
O perfil das mulheres
agredidas é semelhante ao do agressor: tem entre 25 e 50 anos; escolaridade de
nível fundamental; 72,1% vivem com o companheiro.
É preciso avançar nas
questões processuais da lei, se não muitas mulheres ainda serão mortas devido
as falhas procedimentais, além de “brigas” doutrinárias ou mesmo de
entendimento no que tange a lei especial.

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